O templário com seu cavalo encilhado
Estava a me rondar com a mão junto à espada
Nada fazia estático estava
Enquanto serenamente eu tomava meu vinho
Avistei a hora era quase meio dia
Ele deu um toque
Com um galope freio levantando a terra ao meu redor
Sem delongas desembainhei a espada cantou o fio sem parar
Estava travado o combate
Com escudo me jogará longe, mas empatei
Dando um talho em sua perna
Ajoelhará filho real
Sua partida do campo de batalha já estava mais que dita
Suavemente desferi o ultimo golpe
Caiu o lendário desfalecido ao chão.
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