terça-feira, 21 de junho de 2011

entre o ontem e o amanha

Acordo, olho pela janela sinto o vento tocar meu rosto
Noto que não é minha cama, mas a de um hotel a 5 km da cidade
E de ontem o que lembro...
Que a noite era fria
Mas a companhia quente
Passo a mão esquerda no rosto
Vejo que tenho que tirar a barba
E o que mais quero é que o amanha seja diferente de ontem
Tanto porque o ontem não me pertence mais
Quanto que não quero acordar sozinho no mesmo lugar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário