O sopro do minuano
Não me incomoda
Nasci da brasa, na ponta da lança
No rugido do leão
E nos dentes do tigre de bengala
Sou mais que um tsunami
Mais abrasivo que a erupção do vulcão
Leal como o cão, sábio como coruja
Não me deixo prender as correntes
Quebro-as com os dentes de ouro
Mesmo que sendo os únicos
Não vendo por nenhum copo de tequila na taverna