Na profundidade dos teus olhos
Tento me encontrar
Sou um Pelegrino sem mapa
E nem horizonte
O que me guia
Se não a tua boca... E as tuas mãos junto as minhas
O “amarelo” do seu cabelo contrasta com a tarde de sol na praça
Eu lembro bem
E quando lembro
Acabo rindo sem razão
Ou sem saber por quê
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